sexta-feira, 30 de abril de 2010

Tragam o viagra!



Uma Minnie 'despida' por Chantal Thomass para comemorar os 80 anos do Mickey. E esta hein?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ajudas-me a ir a Paris?



Caros amigos,


Escrevo este post para pedir a vossa solidariedade para ir a Paris. Este é o prémio de um concurso em que fui incluida. A acessora de moda Maria Guedes (na imagem) apanhou-me na rua, fotografou-me e cá estou eu a tentar a minha sorte. Ficava muito grata com a vossa ajuda.

Este é o link do concurso e dá directamente para a minha fotografia:

http://kaparis.sapo.pt/index.php?showimage=178

Cada computador corresponde a um voto... Se puderem votar mais do que uma vez era excelente.

Muito obrigada a todos!

Maria Luís

segunda-feira, 29 de março de 2010

Aerials - System of a Down (Toxicity 2001)


"Life is a waterfall
We�re one in the river
And one again after the fall
Swimming through the void
We hear the word
We lose ourselves
But we find it all....
Cause we are the ones that want to play
Always want to go
But you never want to stay
And we are the ones that want to choose
Always want to play
But you never want to lose
Aerials, in the sky
When you lose small mind
You free your life
Life is a waterfall
We drink from the river
Then we turn around and put up our walls
Swimming through the void
We hear the word
We lose ourselves
But we find it all...
Cause we are the ones that want to play
Always want to go
But you never want to stay
And we are the ones that want to choose
Always want to play
But you never want to lose
Aerials, in the sky
When you lose small mind
You free your life
Aerials, so up high
When you free your eyes eternal prize
Aerials, in the sky
When you lose small mind
You free your life
Aerials, so up high
When you free your eyes eternal prize "

domingo, 28 de março de 2010

Lily Cole e Devon Aoki



Duas belezas bastantes exóticas de boca pequena e olhos afastados. Uma ruiva de olhos claros e uma asiática. Achei-lhes alguma ligação nas suas caras redondas e ar surreal. São belas!

Preparados para o novo mês?


Em Abril, águas mil!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alexander McQueen (1969-2010)



"I use things that people want to hide in their heads. War, religion, sex: but don't bring to the forefront. But I do and I force them to watch it."








Lady Gaga - Última Diva de Mc Queen



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Michel Foucault (15 de outubro de 1926 — Paris, 25 de junho de 1984)

Foi um importante filósofo e professor de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France desde 1970 a 1984. Foucault estuda o poder disciplinar e o biopoder, e os dispositivos da loucura e da sexualidade sendo seu pensamento influenciado por Nietzsche, Heidegger, Althusser e Canguilhem. Para isto, em lugar de uma análise histórica, realiza uma genealogia, um estudo histórico que não busca uma origem única e causal, mas que se baseia no estudo das multiplicidades e das lutas. Também abriu novos campos no estudo da história e da epistemologia.


Na segunda parte de História da sexualidade, Foucault modifica o seu projeto original, que era de falar da sexualidade no século XIX e volta à Antigüidade, analisando as práticas existentes em torno do sexo na Grécia Antiga. Foucault não aceita a hipótese repressiva pela qual a sexualidade é reprimida pelo sistema. Para ele, a sociedade capitalista liga prazer e poder. Entender se a mecânica do poder é repressiva depende da forma teórico-metodológica escolhida. Ele afirma que o sexo não foi proibido na Idade Clássica (século XVII). Foucault optou no livro 2 de Historia da Sexualidade por estudar como os indivíduos se reconhecem como sujeitos sexuais, e raciocinou o desejo e o sujeito desejante. O seu projeto, portanto, é a investigação da maneira como se constitui a experiência em que os indivíduos se reconhecem como sujeitos de uma sexualidade que abre para conhecimentos diversos e se articula num sistema de regras e coerções. Sua análise é sobre os homens enquanto sujeitos sexuais produtores de história. Foucault escolheu o viés da hermenêutica de si, ou jogos de verdadeiro e falso onde o ser se constitui como experiência. O uso dos prazeres constitui um campo de apreciação e de escolhas morais e modos de subjetivação dados por modos de sujeição, substância ética e formas de elaboração e teleologia moral. Assim, a obra indica a maneira como o pensamento médico e filosófico, ao longo dos séculos, elaborou esse ?uso dos prazeres? e formulou temas de austeridade sobre quatro eixos: relações com o corpo; relações com a esposa; relações com rapazes; relações com a verdade. Neste último eixo encontra-se a sabedoria; a sexualidade permeia a ligação desejo-verdade. Descobrir no desejo a verdade de si mesmo, pois com ele se remete a atenção a si próprio. Buscar a identidade gera poder. Para Foucault não há sujeito sem a noção de poder. A sexualidade é uma experiência histórica singular que inclui a preocupação moral e o cuidado ético e liga as técnicas de si às práticas em relação a si. A História da sexualidade 2, foi construída seguindo a estrutura da constituição de si, dos jogos de verdade e da interação com as regras de conduta. A problematização feita foi a partir das práticas que envolvem o dito objetos de estudo, ou seja, o simbólico em torno da sexualidade. Para os gregos antigos, o ato sexual era positivo. Já os cristãos o associaram ao mal e passaram a excluir uma série de atitudes, pois viram a queda na infidelidade, no homossexualismo e na não-castidade. Prega-se, a partir daí, a abstenção, a austeridade, o respeito à interdição, de modo que o indivíduo sujeite-se ao preceito cristão em torno do sexo. A homossexualidade era livre na Grécia Antiga e fazia parte dos ritos mantidos por mestres e pupilos em busca da sabedoria. Numa incursão na Idade Antiga, explica-se as práticas de si. Os gregos não tinham instituições para fazer respeitar as interdições sexuais, como a Igreja que surge fundamentada, no século IV, pelo filósofo Santo Agostinho. Eles tinham toda uma técnica de atenção ao corpo, uma dietética voltada para a gestão da saúde, um cuidado de si que influía nas práticas sexuais. Platão se mostra contrário à sujeição do homem ao domínio de Eros (prazer). Os homens gregos escolhiam livremente entre ambos os sexos. O homossexualismo era permitido pela lei e pela opinião, havendo grande tolerância na sociedade em relação a essa escolha. Acreditava-se que o homem não precisava de outra natureza para isso.Um questionamento, entretanto, havia em torno das relações mantidas entre os homens de idades diferentes. A passividade também era mal vista no adulto, com formação moral e sexual. A homossexualidade tinha o seu papel na pedagogia, que significava a condução do aprendiz pelo mestre, homem mais vivido e, portanto, sábio. Na sociedade, a homossexualidade era vista como uma relação aberta, em que configurava-se também o amor. Sem uma instituição que a estabelecesse, a regulação da conduta estava na própria relação. Já o matrimônio era restrito ao espaço fechado, menos nobre. No campo da conduta amorosa se distingue honroso e vergonhoso. A temperança é a qualidade mais exigida. Aos poucos, acontece o deslocamento do problema dos rapazes para a mulher e do corpo para o desejo. A côrte se transfere para a mulher, ainda inferior. A homossexualidade grega estava ligada a côrte, reflexão moral e ascetismo filosófico. Ou seja, na Grécia o sexo não foi realizado só por prazer. Cedia-se em prol de uma elaboração cultural. Praticava-se o isomorfismo nas relações sexuais e nas relações sociais. Na própria estrutura social entende-se esses usos do corpo, em razão do status inferior da mulher e do escravo, enquanto que os jovens estavam acima deles. Os homens livres podiam se ter, pois se encontravam no mesmo nível, separados pelo fator etário e econômico, que eram, estes sim, os guias para o comportamento. Os gregos pensavam a desigualdade passivo-ativo. Discutia-se o verdadeiro amor e como o universo grego era explicado por mitos ancestrais, um exemplo é a concepção do amor em O Banquete, de Platão. Foucault inicia suas conclusões de Historia da Sexualidade 2 a partir da forma como se exerce o controle da sexualidade na história, sustentando que os gregos se interrogaram sobre o comportamento sexual como questão moral, no século IV, o sexo aparece como prática que leva à perda da substância vital e como corruptor de princípios morais e médicos, como a fidelidade, a temperança e a castidade.

http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_3014.html

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Olá. Chamo-me Maria. Obrigado por visitar meu cantinho de luxos! Sou fashionista desde que me lembro e este é o meu blog. É um blog sobre estilo, sobre a vida, sobre o meu trabalho e sobre tudo o que me inspira a criar. Sou do Porto e nasci em 87. Sou dinâmica e sonhadora e para além da moda tenho uma empresa de Cake Design. Já criei outras como a Kitsune Sucrée de consultoria de imagem e o Vila Real Canal, um canal de tv online. Estudei Design na Faculdade de Belas Artes do Porto e Gestão Hoteleira na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto. Sou também uma entusiasta dos trabalhos manuais, ilustradora e escritora de romances e livros infantis.